Estudos de André Aloísio em lives da Igreja Presbiteriana da Piçarra, em Teresina-PI, dias 7 e 14 de junho de 2020.
14/06/2020
06/09/2019
A grande comissão: Uma teologia bíblica de Gênesis 1.28
Artigo apresentado por André Aloísio, em 2019, ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo, como requisito para aprovação na disciplina Teologia Bíblica, ministrada pelo Prof. Rev. Mauro Meister.
O artigo examina o uso que tanto o Antigo quanto o Novo Testamento fazem de Gn 1.28. Para isso, faz-se uma pesquisa de todas as passagens das Escrituras que usam as principais palavras do texto em questão. Essa pesquisa é apresentada em três partes: primeira, uma análise do próprio texto de Gn 1.28 em seu contexto literário; segunda, o uso de Gn 1.28 no Antigo Testamento; e terceira, o uso de Gn 1.28 no Novo Testamento. O artigo defende que o propósito de Deus para a humanidade revelado nesse versículo não foi alterado após a queda e que essa comissão é cumprida por Cristo, como último Adão, através do seu corpo, que é a Igreja.
O artigo examina o uso que tanto o Antigo quanto o Novo Testamento fazem de Gn 1.28. Para isso, faz-se uma pesquisa de todas as passagens das Escrituras que usam as principais palavras do texto em questão. Essa pesquisa é apresentada em três partes: primeira, uma análise do próprio texto de Gn 1.28 em seu contexto literário; segunda, o uso de Gn 1.28 no Antigo Testamento; e terceira, o uso de Gn 1.28 no Novo Testamento. O artigo defende que o propósito de Deus para a humanidade revelado nesse versículo não foi alterado após a queda e que essa comissão é cumprida por Cristo, como último Adão, através do seu corpo, que é a Igreja.
23/01/2019
A inversão da condição do rico avarento após a morte: Uma exegese da parábola do rico e Lázaro
Exegese apresentada por André Aloísio, em 2018, ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo, como requisito para aprovação na disciplina Metodologia Exegética Aplicada ao Novo Testamento, ministrada pelos Profs. Rev. Daniel Santos Jr e Rev. João Paulo T. Aquino.
A tese do autor é que a passagem de Lucas 16.19-31 ensina que a condição do rico avarento será invertida após a morte (v. 25) de forma irreversível (v. 26) e que a única forma de se evitar esse destino é através de ouvir as Escrituras (v. 29), não de contemplar milagres (v. 31).
O autor defende essa tese em três capítulos: primeiro, o estudo contextual, onde são examinados os contextos histórico, literário e canônico da passagem em questão; segundo, o estudo textual, onde a passagem é analisada a partir do texto grego até a determinação da sua mensagem para a época da escrita; e terceiro, o estudo teológico, onde são apresentadas a mensagem da passagem para os dias atuais e também sua teologia, com implicações para as teologias bíblica, sistemática e prática.
A tese do autor é que a passagem de Lucas 16.19-31 ensina que a condição do rico avarento será invertida após a morte (v. 25) de forma irreversível (v. 26) e que a única forma de se evitar esse destino é através de ouvir as Escrituras (v. 29), não de contemplar milagres (v. 31).
O autor defende essa tese em três capítulos: primeiro, o estudo contextual, onde são examinados os contextos histórico, literário e canônico da passagem em questão; segundo, o estudo textual, onde a passagem é analisada a partir do texto grego até a determinação da sua mensagem para a época da escrita; e terceiro, o estudo teológico, onde são apresentadas a mensagem da passagem para os dias atuais e também sua teologia, com implicações para as teologias bíblica, sistemática e prática.
09/06/2018
O abismo e as águas: Uma análise do conceito de "abismo" no Novo Testamento à luz do Antigo Testamento e da apocalíptica judaica
Artigo apresentado por André Aloísio, em 2018, ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo, como requisito para aprovação na disciplina Apocalipse e Literatura Apocalíptica, ministrada pelo Prof. Rev. Leandro Lima.
O artigo analisa o uso do termo “abismo” em sua relação com as águas no Antigo Testamento e na apocalíptica judaica, para, então, trazer nova luz sobre o uso do termo no Novo Testamento. No Antigo Testamento, o abismo está associado com as águas profundas, assim como com a morada dos poderes do mal e com a morada dos mortos. Na apocalíptica judaica, o abismo também está associado com as águas profundas e com a morada dos mortos, mas é especialmente associado com um lugar de prisão temporária ou eterna para anjos caídos ou espíritos maus. Finalmente, no Novo Testamento, o abismo é tanto a morada dos mortos quanto a prisão temporária dos anjos caídos ou demônios. O artigo defende, porém, que a associação do abismo com as águas ainda está presente no Novo Testamento e ilumina o significado das passagens que fazem uso do termo “abismo”.
O artigo analisa o uso do termo “abismo” em sua relação com as águas no Antigo Testamento e na apocalíptica judaica, para, então, trazer nova luz sobre o uso do termo no Novo Testamento. No Antigo Testamento, o abismo está associado com as águas profundas, assim como com a morada dos poderes do mal e com a morada dos mortos. Na apocalíptica judaica, o abismo também está associado com as águas profundas e com a morada dos mortos, mas é especialmente associado com um lugar de prisão temporária ou eterna para anjos caídos ou espíritos maus. Finalmente, no Novo Testamento, o abismo é tanto a morada dos mortos quanto a prisão temporária dos anjos caídos ou demônios. O artigo defende, porém, que a associação do abismo com as águas ainda está presente no Novo Testamento e ilumina o significado das passagens que fazem uso do termo “abismo”.
Resenha do livro A imaginação apocalíptica (John J. Collins)
Resenha apresentada por André Aloísio, em 2018, ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo, como requisito para aprovação na disciplina Apocalipse e Literatura Apocalíptica, ministrada pelo Prof. Rev. Leandro Lima.
Esse livro apresenta um excelente panorama da literatura apocalíptica judaica. Ainda que o livro seja introdutório e trate de alguns assuntos de maneira superficial, e ainda que o autor tenha algumas visões bem complicadas em relação à apocalíptica canônica, como é argumentado adiante, o livro é um excelente lugar para se introduzir no mundo dos apocalipses judaicos.
Esse livro apresenta um excelente panorama da literatura apocalíptica judaica. Ainda que o livro seja introdutório e trate de alguns assuntos de maneira superficial, e ainda que o autor tenha algumas visões bem complicadas em relação à apocalíptica canônica, como é argumentado adiante, o livro é um excelente lugar para se introduzir no mundo dos apocalipses judaicos.
28/07/2017
O Filho obedece ao Pai na Trindade Imanente? Uma avaliação da controvérsia recente
Monografia apresentada por André Aloísio, em 2017, ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo, como requisito parcial para aprovação na disciplina Metodologia do Trabalho Científico, ministrada pelo Prof. Rev. João Paulo Thomaz de Aquino.
Em 2016, um debate ocorrido em blogs chamou a atenção para a controvérsia sobre a obediência do Filho ao Pai na Trindade imanente. Alguns defendiam que o Filho obedece eternamente ao Pai na Trindade imanente, enquanto outros negavam. Este trabalho aborda essa questão, defendendo que o Pai e o Filho são iguais em autoridade na Trindade imanente, não havendo qualquer relação de autoridade e obediência entre eles nessa esfera. Ao mesmo tempo, se reconhece que autoridade e obediência são assumidas eternamente pelo Pai e pelo Filho no pacto da redenção, que diz respeito à Trindade econômica, e que essa ordem presente na Trindade econômica está fundamentada nas relações de origem da Trindade imanente, como a geração eterna do Filho pelo Pai.
No primeiro capítulo, apresenta-se um breve histórico da controvérsia sobre a obediência do Filho ao Pai na Trindade imanente. No segundo capítulo, os argumentos dos que defendem uma ordem de autoridade e obediência entre o Pai e o Filho na Trindade imanente são examinados e refutados, mostrando-se que esse tipo de ordem só existe na Trindade econômica. No terceiro capítulo, são apresentados os argumentos contra o entendimento de que o Filho obedece ao Pai na Trindade imanente, levando-se à conclusão de que todas as pessoas divinas são iguais em autoridade e têm uma única vontade.
Em 2016, um debate ocorrido em blogs chamou a atenção para a controvérsia sobre a obediência do Filho ao Pai na Trindade imanente. Alguns defendiam que o Filho obedece eternamente ao Pai na Trindade imanente, enquanto outros negavam. Este trabalho aborda essa questão, defendendo que o Pai e o Filho são iguais em autoridade na Trindade imanente, não havendo qualquer relação de autoridade e obediência entre eles nessa esfera. Ao mesmo tempo, se reconhece que autoridade e obediência são assumidas eternamente pelo Pai e pelo Filho no pacto da redenção, que diz respeito à Trindade econômica, e que essa ordem presente na Trindade econômica está fundamentada nas relações de origem da Trindade imanente, como a geração eterna do Filho pelo Pai.
No primeiro capítulo, apresenta-se um breve histórico da controvérsia sobre a obediência do Filho ao Pai na Trindade imanente. No segundo capítulo, os argumentos dos que defendem uma ordem de autoridade e obediência entre o Pai e o Filho na Trindade imanente são examinados e refutados, mostrando-se que esse tipo de ordem só existe na Trindade econômica. No terceiro capítulo, são apresentados os argumentos contra o entendimento de que o Filho obedece ao Pai na Trindade imanente, levando-se à conclusão de que todas as pessoas divinas são iguais em autoridade e têm uma única vontade.
27/07/2017
A Trindade é uma sociedade? Uma avaliação do trinitarianismo social
Monografia apresentada por André Aloísio, em 2017, ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo, como requisito para aprovação na disciplina Doutrina da Trindade, ministrada pelo Prof. Rev. Heber Carlos de Campos Junior.
O trinitarianismo social é um entendimento sobre a doutrina da Trindade que vê as três pessoas como uma comunidade e prioriza-as sobre a única essência. Este trabalho é uma avaliação dessa perspectiva trinitária e pretende demonstrar, ao contrário do trinitarianismo social, que tanto a unidade da essência quanto a diversidade das pessoas são igualmente fundamentais em Deus.
No primeiro capítulo, define-se mais precisamente o trinitarianismo social como uma perspectiva que nega ser Deus monoconsciente e afirma-se mais detalhadamente a tese, no sentido de que a personalidade pode ser atribuída tanto à unidade quanto à diversidade divinas, e de que Deus é um ser tanto monoconsciente quanto triconsciente. O segundo capítulo apresenta um breve histórico do trinitarianismo social e seus principais expoentes. Nos terceiro e quarto capítulos, argumentos a favor e contra o trinitarianismo social são apresentados e a tese deste trabalho é desenvolvida, levando à conclusão de que a Trindade não é uma sociedade.
O trinitarianismo social é um entendimento sobre a doutrina da Trindade que vê as três pessoas como uma comunidade e prioriza-as sobre a única essência. Este trabalho é uma avaliação dessa perspectiva trinitária e pretende demonstrar, ao contrário do trinitarianismo social, que tanto a unidade da essência quanto a diversidade das pessoas são igualmente fundamentais em Deus.
No primeiro capítulo, define-se mais precisamente o trinitarianismo social como uma perspectiva que nega ser Deus monoconsciente e afirma-se mais detalhadamente a tese, no sentido de que a personalidade pode ser atribuída tanto à unidade quanto à diversidade divinas, e de que Deus é um ser tanto monoconsciente quanto triconsciente. O segundo capítulo apresenta um breve histórico do trinitarianismo social e seus principais expoentes. Nos terceiro e quarto capítulos, argumentos a favor e contra o trinitarianismo social são apresentados e a tese deste trabalho é desenvolvida, levando à conclusão de que a Trindade não é uma sociedade.
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